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As favoritas, as esnobadas, e os problemas no caminho do Oscar de Atriz

A categoria de melhor atriz está bem disputada no Oscar desse ano. Michelle Yeoh e Cate Blanchett dividiram a temporada de premiações –  e o resultado pode ser qualquer um. Apesar de que acho que os votantes da Academia irão preferir Michelle porque Cate já tem dois Oscars, e porque nunca uma atriz de origem asiática ganhou o prêmio. Ou seja, mais uma vez, nada a ver com a atuação de cada uma.

Sobre isso…

De qualquer maneira, foi uma categoria que deu o que falar. Primeiro, a indicação de Andrea Riseborough após uma campanha um tanto diferenciada, rs. Tanto que a Academia chegou a se reunir para discutir se mantinham ou não a indicação da atriz já que ela teria ido “contra as regras” (veja aqui). Agora houve um problema similar com Michelle Yeoh. Ela teria compartilhado uma matéria da Vogue com o título sugestivo: ” Há mais de duas décadas, uma atriz não branca não ganha o prêmio de melhor atriz. Será que isso vai mudar?”. Isso foi feito poucas horas antes do fechamento da votação do Oscar. Ela logo deletou o compartilhamento. Alguém deve ter dito a ela que as regras da Academia são bem claras: um candidato não pode fazer campanha contra um competidor. E a matéria dizia que Cate Blanchett, já com dois Oscars, não “precisaria” deste terceiro.

De qualquer maneira, eu realmente acho que Michelle Yeoh e Michelle Williams (que tem um papel de coadjuvante em Os Fabelmans) poderiam ter ficado de fora dessa lista. Especialmente com atuações tão poderosas como as de Margot Robbie (Babilônia) e Emma Thompson (Boa Sorte, Leo Grande). Não falo de Andrea Riseborough porque não vi o filme – que não tem previsão de ser exibido no Brasil.

Mas se você quer ver todos as indicadas na categoria de atriz coadjuvante, é só olhar essa listinha. E no domingo (dia 12), acompanhe comigo o Oscar desde seu red carpet, a partir das 18h30, nas redes sociais do Blog de Hollywood. Eu adoro o Oscar, e espero você para comentar cada momento comigo. O Oscar será exibido na TNT e na HBO Max, e o red carpet no canal E!.

As candidatas e seus filmes (onde assistir)

Cate Blanchett – Tár – Cinema

Cate faz o papel da maestrina/compositora Lydia Tár, a primeira diretora musical feminina da Filarmônica de Berlim,  e está no topo do mundo. Como regente, Lydia não apenas orquestra, mas também manipula. O diretor Todd Field escreveu o roteiro com Cate Blanchett em mente, e disse que não o faria com outra atriz. Acredito. É Cate quem faz suportar as 2h38 minutos de filme. O roteiro tem furos monstruosos, e poderia ter facilmente cortado  pelo menos uns 40 minutos da história.

Michelle Yeoh – Tudo em Todo Lugar ao mesmo Tempo – Prime Vídeo

Se você acompanha o Blog de Hollywood, já sabe que não sou grande fã do filme. É com certeza o filme mais louco e surpreendente que vi nos últimos tempos. Acho que ele se perde do meio para o final (com a história do Donut). mas tem ótimas interpretações, como as de Key Huy Quan, Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu. Na verdade, apesar de gostar muito de Michelle Yeoh, acho que a atuação dela é a mais fraca do filme – e também entre as indicadas.

Michelle Williams – Os Fabelmans – Now

A história mostra a infância do pequeno Sammy Fabelman que se apaixona por filmes depois que seus pais o levam para ver o filme O Maior Espetáculo da Terra. Já adolescente e morando com os pais no Arizona pós-Segunda Guerra Mundial,  Sammy começa a fazer seus próprios filmes em casa, para o deleite de sua mãe solidária. Essa é feita por Michelle Williams – e apesar de estar muito bem, também não estaria na minha lista de cinco melhores do ano.

Ana de Armas – Blonde – Netflix

Blonde é uma biografia de Marilyn Monroe, que deixa uma sensação bem ruim ao final. Mas tem uma performance superlativa de Ana de Armas.  É uma daquelas atuações da vida. E há momentos chocantes, em que é difícil discernir Ana da verdadeira Marilyn. Além disso, ela faz a voz, os trejeitos, o olhar, de maneira brilhante. Se eu fosse votante da Academia, ela seria a minha escolhida como a melhor atriz do ano.

Andrea Riseborough – To Leslie – não disponível

A indicação de Andrea rendeu muitas controvérsias. Mas To Leslie é um filme bem pequeno, que não foi nem lançado por aqui. É a única atuação que não vi. Uma pena! Leslie, uma mulher alcoólatra e manipuladora, que há seis anos se tornou uma celebridade quando ganhou $ 190.000 na loteria local. Só que acabou com tudo esbanjando os ganhos com drogas e álcool. Atualmente, Leslie vive na miséria e leva uma vida itinerante É quando ela decide se reunir com seu filho de vinte anos, James.  Só que logo está roubando dinheiro, garrafas de álcool e tudo o que encontra pela frente. Só que a presença de um estranho a fará reavaliar as coisas.

 

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